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	<title>ONE AND ONE MAKES TEN &#187; autodidactismo</title>
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		<title>Autodidactismo</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 16:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Moreno</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;I have never let my schooling interfere with my education.&#8221; &#8211; Mark Twain É fácil compreender que o autodidactismo seja uma causa bastante significante de evolução intelectual, quanto mais não seja através de dados empíricos. Das mentes mais notáveis que alguma vez existiram, podemos extrair uma característica comum: a aprendizagem auto-induzida. Pensando um pouco (lá [...]]]></description>
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<p><span style="font-family: Helvetica; line-height: 19px;">&#8220;I have never let my schooling interfere with my education.&#8221; &#8211; <strong>Mark Twain</strong></span></p>
</blockquote>
<p>É fácil compreender que o autodidactismo seja uma causa bastante significante de evolução intelectual, quanto mais não seja através de dados empíricos. Das mentes mais notáveis que alguma vez existiram, podemos extrair uma característica comum: a aprendizagem auto-induzida. Pensando um pouco (lá está&#8230;), o avanço científico não ocorre sem inovação. E a inovação não vem nos livros.</p>
<p><strong>Objectivos</strong></p>
<p>O que caracteriza um bom aluno? A nossa sociedade resolve este problema com pura aritmética de inteiros de base 20, em que cada indivíduo é julgado através de um número. De notar que não estou a propor nenhum sistema alternativo baseado em medidas qualitativas &#8211; seria o caos. Onde quero chegar é aos objectivos de cada um de nós. Será que queremos ser bons alunos?</p>
<p>Realmente, será que alguém que tenha revolucionado alguma coisa teve como objectivo de vida ser bom aluno? Não me parece.</p>
<p>No entanto, e é importante ter isto em mente, é necessário perceber a razão de ser da educação que nos é fornecida: a preguiça natural do ser humano. É preciso que tenhamos alguém constantemente a lembrar-nos dos nossos objectivos. Porém, alguns anos de educação transformam lembranças em sugestões e não tarda nada são obrigações. E aí, cada indivíduo perde a distinção entre os seus objectivos e os impostos pelo sistema educacional.</p>
<p><strong>Um autodidacta é aquele que procura aprender</strong></p>
<p>É incrível ver estudantes queixarem-se que não aprendem certas matérias, ou que simplesmente recusam-se a aventurar em estudos que não fazem parte do currículo escolar. É uma simples questão de dar o passo inicial e aprender sozinhos. Um estudante não deveria ter como objectivo percorrer um caminho partilhado com tantos outros e definido por alguém que não tem qualquer conhecimento dos interesses pessoais de cada um.</p>
<p>É importante possuir um campo comum, mas isso não deve ser tudo na educação duma pessoa.</p>
<p><strong>Velocidade</strong></p>
<p>Gosto imenso de caracterizar um professor através do tempo que é necessário para a disciplina leccionada pelo mesmo, fora das aulas. E entre as disciplinas que me causaram mais interesse, consigo tirar uma conclusão: todas elas requereram um esforço imperceptível e eficaz da minha parte durante as aulas, o que se reflectiu num trabalho quase nulo fora delas. Isto porque um bom professor e uma matéria de interesse para o aluno são os principais factores duma boa aprendizagem.</p>
<p>E não é isso que o autodidactismo tem de melhor? Um assunto de interesse e um professor tão rápido e eficaz quanto o desejarmos.</p>
<p><strong>Na prática</strong></p>
<p>Penso que cada um de nós pratica algum acto de autodidactismo todos os dias, através de pequenas acções. Porém, muitos não se apercebem do seu potencial e deixam essa característica intelectual trancada e fora dos estudos.</p>
<p>Aprender por nós próprios é uma característica fundamental que qualquer estudante devia ter em mente a toda a hora e acreditar sinceramente no seu potencial.</p>
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